quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

É tão normal escrever pensando em ti

Talvez seja normal por costume

Talvez por não estar acostumada

E sempre ter novas palavras pra te dizer

O que eu vejo nesse silêncio

Não é o que não precisa ser dito

E sim algo que faça meu coração parar

E meu sorriso se abrir

O que eu acho desnecessário

É guardar esse amor, esquecê-lo

Mostra o teu sorriso e cola o teu rosto no meu

Pra assim, o mundo ser mais colorido

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

É o teu silêncio que mais me machuca

É a falta do teu cheiro no meu travesseiro

Nas noites de inverno

Que o teu corpo me aquecia

Eu não precisava de mais nada

Era só ver aquele barulho de chaves

E sentir você voltando pra casa

Todo dia

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Antes de tudo
conto aqui mais um fracasso
mais um dia cinza
mais um dia nublado

Antes de tudo
na verdade, não quero falar
quero transformar em amor
as letras e palavras que saem de mim

Antes de te esquecer
quero lembrar
sobre tudo que falei
sobre tudo que escutei

Antes te terminar
quero apenas saber
se ainda existe mágoas
ou se ainda existe amor

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O MAR MAIS LONGE QUE EU VEJO

Meu corpo está morrendo. A cada palavra, meu corpo está morrendo. Cada palavra é um fio de cabelo a menos, um imperceptível milímetro de ruga a mais -uma mínima extensão de tempo num acúmulo cada vez mais insuportável. Esta coisa terrível de não saber a minha idade, de não poder calcular o tempo que me resta, esta coisa terrível de não haver espelhos nem lagos, das águas do mar serem agitadas e não me permitirem ver a minha imagem. Perdi todas as minhas imagens: as das fotografias, dos espelhos, dos lagos. Se meus olhos fossem câmeras cinematográficas eu não veria chuvas nem estrelas nem lua, teria que construir chuvas, inventar luas, arquitetar estrelas. Mas meus olhos são feitos de retinas, não de lentes, e neles cabem todas as chuvas estrelas lua que vejo todos os dias todas as noites.

Chove todos os dias aqui, não tenho relógio nem rádio, mas sei que deve ser por volta das três horas, porque é pouco depois que o sol está no meio do céu e eu senti fome. Então começa a subir um vapor da terra, e as nuvens, há as nuvens que se amontoam e depois explodem em chuva, e depois da chuva são as estrelas e a lua. Não há uma manhã, uma tarde, uma noite: há o sol abrasador queimando aterra e a terra queimando meus pés, depois a chuva, depois as estrelas e a lua. No começo eu achava que não havia tempo. Só aos poucos fui percebendo que se formavam lentos sulcos nas minhas mãos, e que esses sulcos, pouco mais que linhas no princípio imperceptíveis, eram rugas. E que meus cabelos caíam. Meus dentes também caíam. E que minhas pernas já não eram suficientemente fortes para me levar até aquela elevação, de onde eu podia ver o mar e o mar que fica mais além do mar que eu via da praia. Antes, eu ia e voltava da elevação no sol abrasador depois eu só conseguia sair daqui no sol abrasador e voltar na chuva e, depois ainda só nas estrelas e na lua. Agora são necessárias muitas chuvas, muitas estrelas, muitas luas e muitos sóis para ir e voltar. E isso é o tempo, muito mais tarde descobri que isso era o tempo. Fico aqui o dia inteiro, não há ninguém, não há nada. Fico aqui na gruta o dia inteiro, sem saber mais quando é sol abrasador, quando é chuva ou lua e estrelas, eu não sei mais.

No começo eu pensei também que houvesse outros, índios talvez, animais, formigas, baratas. Não havia ninguém, nada. Da elevação eu podia ver o todo, e o todo era só a areia e os coqueiros que me alimentam. O todo não tinha ninguém, não tinha nada. Eu chorava, no começo eu chorava e não entendia, apenas não entendia, e não entender dói, e a dor fazia com que eu chorasse, no começo. Eu sentia saudade, no começo, uma saudade apertada de gente, principalmente de gente. Não me lembro mais qual era o meu sexo, agora olho no meio das minhas pernas e não vejo nada além de uma superfície lisa e áspera, mas no começo eu sabia, eu tinha um sexo determinado, e a saudade que eu tinha de gente fazia com que eu rolasse horas na areia do sol abrasador, abraçando meu próprio corpo, inventando um prazer que eu precisava para me sentir vivendo talvez, porque eu não tinha medos nem preocupações nem mágoas nem nada concreto nem expectativas, as minhas células amorteciam, eu sentia que ia acabar virando uma palmeira, os meus pés agora parecem raízes, mas ainda tenho mãos, então eu rolava na areia quente enquanto meus dentes faziam marcas fundas roxas nos meus braços, nas minhas pernas e de repente todas as minhas células explodiam em vida, exatamente isso, em vida, eu tinha dentro de mim todo aquele sol todo aquele mar tudo aquilo que eu conhecera antes, que conheceria depois, se não estivesse aqui. Eu ficava amplo, na areia, abraçado a mim mesmo.

Talvez, sim, talvez eu fosse mulher, porque pensava no príncipe, a minha mão direita era a minha mão e a minha mão esquerda era a mão do príncipe, e a minha mão direita e a minha mão esquerda juntas eram as nossas mãos. Apertava a mão do príncipe sem cavalo branco, sem castelo, sem espada, sem nada. O príncipe tinha uns olhos fundos, escuros, um pouco caídos nos cantos e caminhava devagar, afundando a areia com seus passos. O príncipe tinha essa coisa que eu esqueci como é o jeito e que se chama angústia. Eu chorava olhando para ele porque eu só tinha ele e ele não falava nunca, nada, e só me tocava com a minha mão esquerda, e eu cantava para ele umas cantigas de ninar que eu tinha aprendido antes, muito antes, quando era menina, talvez tenha sido uma menina daquelas de tranças, saia plissê azul-marinho, meias soquete, laço no cabelo, talvez. Sabe, às vezes eu me lembro de coisas assim, de muitas coisas, como essa da menina -como se houvesse uma parte de mim que não envelheceu e que guardou. Guardou tudo, até o príncipe que um dia não veio mais. Não, não foi um dia que ele não veio mais, foram muitos dias, em muitos dias ele não veio mais, a água do mar salgava a minha boca, o sol queimava a minha pele, eu tinha a impressão de ser de couro, um couro ressecado, sujo, mal curtido. E havia essa coisa que também esqueci o jeito e que se chamava ódio. De vez em quando eu pensava eu vou sentir essa coisa que se chama ódio. E sentia. Crescia uma coisa vermelha dentro de mim, os meus dentes rasgavam coisas. Devia ser bom, porque depois eu deitava na areia e ria, ria muito, era um riso que fazia doer a boca, os músculos todos, e fazia as minhas unhas enterrarem na areia, com força.

Tenho um livro comigo, não é um livro, era um livro, mas depois ficou só um pedaço de livro, depois só uma folha, e agora só um farrapo de folha, nesse farrapo de folha eu leio todos os dias uma coisa assim: "Tem piedade, Satã, desta longa miséria". Só isso. Fico repetindo: "tempiedadesatãdestalongamisériatempiedadesatãdestalongamisériatempiedade" tempo, tempo. Aí sinto essa coisa que ainda não esqueci o jeito e que se chama desespero.

Havia outras pessoas, sim. Não aqui, mas lá, bem para lá do mar que eu avistava de cima da elevação e que é o mar mais longe que eu vejo. Mais longe ainda tinha gente, a gente que me trouxe para cá. Só não lembro mais por quê. Verdade, eu tinha qualquer coisa assim como andar de costas, quando todos andam de frente. Qualquer coisa como gritar quando todos calam. Qualquer coisa que ofendia os outros, que não era a mesma deles e fazia com que me olhassem vermelhos, os dentes rasgando as coisas, eu doía neles como se fosse ácido, espinho, caco de vidro. Então eles me trouxeram. Por isso, me trouxeram. Lembro, sim, eu lembro que havia coisas escuras que eles faziam e que eu não fazia, correntes, sim, sim, eu lembro: havia correntes e fardas verdes e douraduras e cruzes, havia cruzes, cercas de arame farpado, chicotes e sangue, havia sangue, um sangue que eles deixavam escorrer sem gritar enquanto eu gritava, eu gritava bem alto, eu mordia defendendo meu sangue.

A gruta é úmida escura fria. Não tenho roupa, não tenho fome, não tenho sede. Só tenho tempo, muito tempo, um tempo inútil, enorme, e este farrapo de folha de livro. Não sei, até hoje não sei se o príncipe era um deles. Eu não podia saber, ele não falava. E, depois, ele não veio mais. Eu dava um cavalo branco para ele, uma espada, dava um castelo e bruxas para ele matar, dava todas essas coisas e mais as que ele pedisse, fazia com a areia, com o sal, com as folhas dos coqueiros, com as cascas dos cocos, até com a minha carne eu construía um cavalo branco para aquele príncipe. Mas ele não queria, acho que ele não queria, e eu não tive tempo de dizer que quando a gente precisa que alguém fique a gente constrói qualquer coisa, até um castelo.

Acho que não passo da lua desta noite, talvez não passe nem da chuva ou do sol abrasador que está lá fora. São muitas palavras, tantas quanto os fios de cabelo que caíram, quanto as rugas que ganhei, muito mais que os dentes que perdi. Esta coisa terrível de não ter ninguém para ouvir o meu grito. Esta coisa terrível de estar nesta ilha desde não sei quando. No começo eu esperava, que viesse alguém, um dia. Um avião, um navio, uma nave espacial. Não veio nada, não veio ninguém. Só este céu limpo, às vezes escuro, às vezes claro, mas sempre limpo, uma limpeza que continua além de qualquer coisa que esteja nele. Talvez tudo já tenha terminado e não exista ninguém mais para lá do mar mais longe que eu vejo. O mar que com este sol abrasador fica vermelho, o mar fica vermelho como aquela coisa que eu esqueci o nome, faz muito tempo. Aquela coisa que se eu lembrasse o jeito poderia ser minha matéria de salvação. Talvez olhando mais o vermelho eu lembre, o mar dilacera coisas com os dentes, enterra as unhas na areia, o mar tem aquela coisa que o príncipe também tinha, o mar de repente parece que. Não, não adianta, o vapor está subindo. Pela entrada da gruta vejo as primeiras nuvens se formando, não adianta, o mar está escurecendo, as nuvens aumentam, aumentam, é muito tarde, tarde demais. Daqui a pouco vai começar a chover .

sábado, 30 de outubro de 2010

Quis fazer uma música
e falar de todo meu amor
de noites mal dormidas
ansiedade, paixão e dor

Mas o simples fato
de não ter há quem fazer uma canção
Ficam apenas registros
de ódio, medo e solidão
Mais um uma vez me encontro aqui
sem ter a quem recorrer, sem ter opção

Ana Burtet e Mauricio Fogaça


terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tanto

Eu gosto tanto
que até esqueço de sonhar
Esqueço de tudo
esqueço do mundo

Eu gosto tanto
que até tenho medo de viver
Tenho medo do escuro
tenho medo do obscuro

Eu gosto tanto
que até me perdi por ai
Me perdi de você
me perdi de mim

Eu gosto tanto
que nem sei mais o que fazer
Se faço nada
se faço sujo

Eu gosto tanto
que só penso em te escrever
Em te escrever tudo
em te escrever o mundo
Já te escrevi
de cem formas
de mil maneiras
com milhares de palavras...
Já tentei explicar
pensei em alguns jeitos
tentei explicar denovo
falei, falei, falei...
Já errei algumas vezes
tentei aprender
errei denovo
e aprendi...
Já pensei em te escrever denovo
pois explicar não basta
e isso foi um erro
pois agora sei que não há entendimento...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Lembro até hoje, do seu sorriso torto a me ver, da sua mão tremula ao me tocar e do seu coração batendo mais forte toda vez que eu falava com você, eu lembro também das composições que tu fazias pra mim, me deixavas louca, e não sabia que me tinha nas mãos. Tocava pensando em mim, e eu não conseguia dormir pensando em você. Na minha mente era tudo embaralhado, eu duvidava do seu amor e você duvidava da minha capacidade de te fazer feliz. Sabe do que eu lembro também? Das manias e dos ciúmes, das brigas por bobagens e quando menos imaginávamos, lá estamos de novo, juntos. Eu poderia passar a minha vida inteira falando sobre você, e ainda não terminaria de expressar o meu amor. Hoje tudo é transformado em lágrimas, todo esse carinho, virou desprezo, virou decepção. Não pense que vou ficar te vendo desse jeito, eu vou embora, mas esquecer, isso sim, eu não vou.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Deve ser fácil sentir o verão na ponta dos dedos, como se não tivéssemos escolhas, e sempre voltaríamos donde saimos.
Seria fácil também escrever quando se está amando, ficar na janela imaginando nuvens que me cobrem o coração de dor, devaneios. Pode passar, ser uma etapa de novas transições, eu queria que não fosse, pois quero minha recompensa.
Já cansei de deitar embaixo de árvores, olhar os pássaros e imaginar a vida daqui pra frente, imaginar o mundo daqui pra frente, em voltar atrás e não ter vergonha de aprender e recomeçar com a cabeça erguida.
Quero um mundo novo, quero me deitar de madrugada e acordar com um vento batendo sob meus cabelos, quero pensar positivamente, e quando abrir minha janela, e encontrar... você.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

E não consigo traduzir o que sinto
se eu disser que não é amor, seria um absurdo
e se eu disser que é amor, seria um absurdo também
Tento procurar entendimento pro que penso
e te procurar nas velhas histórias de amor
nos velhos filmes de guerra
As vezes tento encontrar você
eu ligo a tv, o rádio
e não consigo escutar a sua voz
As vezes tento sentir teu perfume
procuro jardins e lugares
que queria te levar
Eu tento entender
o porque que eu gosto tanto
de viver nessa doce rendição

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Poderia estar ai
à horas
poderia já ter ido
embora
poderia ter ficado
acordada
e tentando achar
alguma saída
mesmo assim
sem valer a pena
talvez desistindo
de alguns sonhos
seria muito
em vão
agora eu aprendi
a caminhar
por lados mais
claros
onde a sombra
está se pondo
e o meu amor
já escapou
se eu ainda
me importasse
não estaria
aqui agora


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Louco desejo

Você sente o que quando me abraça?
Você sente o que quando me beija?
Ou eu sinto sozinha?
Ou eu sinto o mundo parar naquele instante, sozinha?
Devo ta vivendo sozinha a nossa história
esse louco desejo que te bate
essa doce angustia que me bate

O temporal ainda não passou
dentro de mim só cabe angustias
dentre de ti só cabe desejos
desejos que passam levemente
entre meus dedos
e vão embora
pra nunca mais voltar



terça-feira, 27 de julho de 2010

Eu gosto

Eu gosto da chuva
do cheiro de ar fresco
que lembra a sua pele
que me refresca a alma
me alivia o corpo
me reflete o amor

Eu gosto do sol da manhã
quando ele clareia meu quarto
que lembra dos dias que acordei ao teu lado
que me faz lembrar
de momentos em que eramos felizes
e sempre pensavamos um no outro

sábado, 10 de julho de 2010

0º Graus

Zero graus? é a temperatura do sangue, é a temperatura dos gestos, das memórias que vivem neste acto Bestial. Estes zero graus de sensibilidade, são a temperatura mais próxima ou tangível da crueldade e Soberba humana. Uma pele que deixou de ser proteção, calor e vida de outro animal, para ser de vaidade, de moda vivida na passarela urbana.
Essa foto é um impacto. A mensagem desperta de uma forma mais incisiva as consiências adormecidas ainda de alguns para esta problemática planetária. Que, em vez de tirar a pele de um animal, nessa foto, tira-se a pele de um ser humano, numa tentativa de criar uma certa empatida e invertendo a situação, como uma espécie de: Se fosse com você?

Nem sempre

Nem sempre as coisas são como queremos.
Nem sempre as coisas são como planejamos.
Nem sempre as coisas são como desejamos.
Nem sempre as coisas são como são...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Baú dos Sonhos

Sonhar...
Sonhar é preciso, é sair pela janela da liberdade.
É vagar por caminhos distantes, proibidos e imorais.
Sentir a falta de alguém, e estar com ela.
É brincar, colorir nuvens, caçar borboletas.
Sonhar é acreditar que tudo pode ser real.
Podemos sonhar? Sim, podemos. Então, se podemos sonhar, podemos tornar realidade os nossos sonhos. Basta acreditar.
O mundo é daqueles, que sonham.
E como diz Fernando Pessoa: De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos.

Porque não há coração "que teimosamente não continue sangrando"

As vezes achamos que uma paixão vai durar para o resto da vida, e que as vezes duram menos de um mês. Assim construimos sonhos encima de falsas promessas, de grandes decepções.
O amor pode ser passageiro, mas também pode ser eterno. Quando nos iludimos com aquela pessoa que construimos nossos sonhos, que projetamos nossos ideais; a perca do certo alguém, pode diícil de lidar, mas também, pode ser algo passageiro.
O coração pode não curar e o tempo não esquecer.
Apesar de termos que nos conformar, nós não nos conformamos e o coração, teimosamente, continua sangrando...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Só ele

Ele sabe como deixar a minha vida de cabeça pra baixo.
Ele sabe como deixar os meus dias coloridos, mas também sabe deixar preto e branco.
Ele sabe das minhas angustias, sabe dos meus devaneios.
Ele pode me fazer feliz, eu preciso acreditar que serei.
Ele consegue me fazer rir quando eu estou triste, sabe me fazer feliz na medida certa.
Ele sabe me agradar, sabe quais são as palavras que iram me fazer bem.
Ele sabe do que eu preciso, dos carinhos e dos mimos.
Ele consegue me fazer pensar que serei a mais feliz ao seu lado.
Ele sabe tocar aquele blues, que eu me arrepio só de vê-lo tocar.
Ele sabe me deixar contente, quando o meu mundo está prestes a desabar.
Ele me tem na medida certa, na porção exata.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Ana


Ana vem do Hebraico e significa cheia de graça.
Sempre pronto a se aventurar, muito cheio de energia, possui uma personalidade ativa e decidida. Não vê graça numa vida sem desafios. E por ser um lider por natureza, atrai as outras pessoas com seu entusiasmo. Mas é importante tomar cuidado e não se tornar uma pessoa teimosa.




OUSADIA,ESPÍRITO COMPETITIVO,INDEPENDÊNCIA,FORÇA DE VONTADE,ORIGINALIDADE

Independente e dinâmico são características de um líder, e é desta forma que é visto. É necessário à pessoa desta personalidade agir com tato, diplomacia e paciência, evitando de ser vista como egoísta ou autoritária. Com frequência é procurada para assumir projetos e empreendimentos pois sua autoconfiança e facilidade em enfrentar os obstáculos são qualidades notórias, e as pessoas acreditam na sua eficiencia em tomar conta das situações. É o tipo de pessoa que não se deixa afetar quando existe oposição à suas idéias ou ações. Por agir com equilibrio sempre tem o apoio dos que o seguem e acreditam na sua liderança. Para alcançar a vibração positiva que emana do número 1 é preciso concentrar-se em atingir seu objetivo, coisa que costuma fazer com muita originalidade. Personalidades deste número são rapidamente notados pois conquistam facilmente a todos e costumam ser o centro das atenções.

ANIMA - O QUE MOVE VOCÊ? A vibração da ANIMA mostra a impressão que você transmite às pessoas e os efeitos que lhes causam. Deve ser considerado um dos número mais importantes na sua vida. Conhecendo-o poderá entender o planejamento da sua vida. Compreendendo este plano e buscando viver de acordo com seu significado trará mais sentido à sua vida, e a fará mais útil e feliz. Ter consciência dessa vibração ajuda a reconhecer o porquê de suas aversões e gostos. Não desperdiçará um dia sequer de sua vida, e jamais a sentirá inutil ou sedentária na velhice se viver de acordo com as vibrações deste número. 2 - Sua vida é a procura de companheirismo, cumplicidade, amor, casamento e compreensão. Para atrair as amizades que deseja age com getileza e atenciosidade. Pessoas de número 2 geralmente têm capacidades psíquicas que apreciariam desenvolver. E normalmente gostariam de seguir carreira nas artes plásticas ou na música.

Apenas

Eu queria apenas poder te olhar de perto, ver o teu sorriso pra mim.
Queria que a vida fosse diferente, queria que meus planos dessem certo.
Agora, minha vida mudou, ta de cabeça pra baixo.
Tem alguma coisa aqui dentro que bate mais forte.
Tem uma tristeza enorme dentro do meu coração, eu sei qual é a tristeza e não posso fazer nada.
Na verdade, até posso, mas no momento, eu não consigo.
Eu sei que estando perto de você, eu vou ficar bem. Mas como faço pra ficar perto de você?

domingo, 4 de julho de 2010

Eu faria

Se eu pudesse, eu ficaria o tempo todo olhando o brilho dos teus olhos.
Se eu pudesse, eu ficaria o tempo todo sentindo teu coração, batimentos por minutos, batimentos por segundo.
Se eu pudesse, eu ficaria o tempo todo sentindo o calor do teu abraço, sentindo teus lábios encostarem ao meu.
Se eu pudesse, eu escreveria tudo que tem de mais bonito, só pra você sorrir.
Eu faria você sorrir
Eu faria você sorrir
Eu faria você feliz.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que dói são as lembranças
de momentos pouco aproveitados
é o silêncio que se faz na
ausência que ficou aqui

O que dói demais em mim
é a saudade do que fomos
é te querer e não mais te ter

O que dói é buscar respostar
e não encontrar
é chorar em silêncio
sentindo uma dor no peito
que machuca
e não encontra alívio

Vamos

De volta ao que é real, chega de fantasia...todo dia.
Chega de ilusões, mentiras, falsas animações.
Chega de amor inventado, de amor, de ilusão.
Vamo voltar para aquele lugar?
Onde ainda, nada havia acontecido.
Poderiamos voltar no tempo
Poderiamos ser o que não fomos
Poderiamos não ter aquele encontro
Poderiamos ser felizes

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das Mães


O amor maior do mundo...
Não sou alguém que seja muito complicada de entender. Não sou alguém que seja muito fácil de entender também. Sou sonhadora, tenho um sonho atrás do outro, como filas, filas de sonhos. O tempo passa e cada vez a minha fila aumenta mais. Penso muita besteira, besteiras materializadas, tenho crises, e desfaço tudo, depois materializo tudo de novo. Meus sonhos são constantes e passageiros, eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem.

Tenho paixões, todo dia uma diferente, quem sabe... Eu tenho amores também. Meus amores são eternos e verdadeiros, são poucos, são amores, (quando a gente ama, simplesmente ama, é impossível explicar)...

Tenho muito o que fazer, tenho muito o que aprender, e tenho muito o que ensinar. Tenho planos, idéias, projetos, tenho ideais...

Cada dia aprendo algo novo, coisas que despertam o meu interesse, daí faço mais planos e penso. Quem sabe eu seja alguém que seja alguém, ou alguém que não seja ninguém. Posso ter uma profissão que eu goste e que eu não ganhe dinheiro (mas é o que importa, eu quero é ser feliz).

sábado, 24 de abril de 2010

Aniversário da minha mãe


Você tem sido maravilhosa comigo… Eu nunca estou só,
pois você está sempre ao meu lado. Oferecendo
carinho, muita compreensão…
Muita ternura.
É mãe… Sei que você é capaz de dar sua própria vida
pelo o bem de seus filhos. E que os acompanha
sempre em sua jornada… Formamos uma
família feliz e dependemos do seu
amor que é incomparável.

Somos muito felizes mãe, por ter você conosco…
Queremos que seja muito feliz com todos nós…
Nós amamos muito você mãe.

E depois de falar tudo isso a você querida flor…
Quero simplesmente desejar-lhe…
Parabéns mamãe!

Você é um presente grandioso para todos nós…
E agradecemos muito a Deus por ter você…

Parabéns mãe pelo seu aniversário!